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Pai pede que imagem de Cristiano morto seja apagada

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08/10/2015 15h12
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Crédito: Divulgação
O pai do cantor Cristiano Araújo, João Reis de Araújo, entrou na Justiça com um novo pedido de que as imagens que mostram o corpo do sertanejo sendo preparado para o velório sejam retiradas da internet. Mesmo já havendo uma decisão judicial para que o conteúdo fosse excluído, vídeos e fotos feitas após a morte do artista ainda podem ser encontradas em vários sites três meses depois do acidente que o matou.
 
O escritório CA Produções Artísticas, responsável pela carreira do músico, já tinha entrado com um processo contra o Google e o Facebook e parte do conteúdo chegou a ser removido. Nesse novo pedido, o advogado de direito digital Rafael Maciel pede que além dessas empresas, Microsoft e Yahoo também excluam o material da internet e suprimam os resultados de buscas feitas pelos usuários sobre esse conteúdo. “Não dá para garantir a remoção completa da internet, sabemos disso. O que queremos é minimizar a exposição”, disse o advogado.
 
O advogado explicou que o pedido foi motivado após familiares do cantor continuarem encontrando as imagens de Cristiano Araújo morto. “Às vezes até primos pequenos veem esse material quando vão pesquisar alguma outra coisa sobre o Cristiano Araújo e vão contar para o pai dele. Isso tem causado muito sofrimento a eles”, contou.
 
Além da remoção, o defensor também pede que as empresas monitorem e proíbam o novo cadastro dessas fotos e vídeos na internet. O controle seria feito pelos códigos presentes nos vídeos originais e que foram replicados, os chamados “hash”.
 
               
 
Na ação, Maciel explica que o objetivo não é responsabilizar as empresas pelo conteúdo produzido e divulgado pelos usuários, mas que elas têm capacidade técnica para atender ao pedido judicial. Para facilitar a remoção, o advogado disse que forneceu na ação dezenas de links indicando onde estão os conteúdos considerados chocantes.
 
De acordo com o Tribunal de Justiça de Goiás, o pedido foi protocolado no dia 1º de outubro. A ação foi encaminhada para a 15ª Vara Cível e Ambiental de Goiânia, onde será analisado. (Fonte: G1)

             

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